A ciência cognitiva como aliada da usabilidade

A ciência cognitiva é uma forte aliada das estratégias que intencionam atingir os interesses do usuário gerando uma experiência perfeita.  E para aplicar esse tipo de estratégia é preciso que o design tenha a capacidade de interpretar e compreender diversos modelos mentais, encontrando o raciocínio logico-intuitivo do usuário alvo.

O raciocínio lógico-intuitivo é desenvolvido no decorrer dos anos de vida e é estimulado quando o usuário potencial se expõe às tentativas, erros ou aprendizados. É desta forma que o indivíduo elabora suas combinações analíticas e tira conclusões através de impressões de forma rápida, eficaz e instintiva. A partir disso são criadas representações mentais que constroem o processo cognitivo.

O propósito de aplicar uma estratégia cognitiva é proporcionar mais Usabilidade prevendo as ações adotadas pelos usuários, utilizando de simplicidade, familiaridade do usuário através de suas outras experiências, do feedback imediato gerado pela percepção instintiva e pela segurança que é fornecida através de amparo em caso de raciocínio.

O processo de interação humana acontece da seguinte forma: os modelos mentais, que se utilizam da cognição para se formarem em seguida, passam pelos filtros da percepção (por onde acontece todo o processo da segundidade da semiótica). E então, o usuário, interpreta e relaciona com a sua realidade de uma forma aplicável completando o ciclo da teoria lógica dos signos.

Fonte: Site WEbinsider

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O Novo Asturix

Asturix4 é o novo projeto da Linux que foi criado com a intenção de proporcionar um sistema operacional melhor para usuários de todo mundo. O projeto reconhece que os usuários do Linux muitas vezes precisam interagir com aplicativos e redes que nem sempre se dão muito bem com o código aberto. Desta forma, o Asturix4 constitui uma melhoria de User Experience com um novo ambiente desktop que proporciona qualidade na Usabilidade e produtividade ajudando os usuários a manter o foco. Asturix ainda traz uma paleta de cores com maior padrão, através da parceria com a empresa Give LifeCS, para que os usuários tenham a disposição 5.000 cores ao usar o GIMP, Inkscape ou outro aplicativo de design.

O novo Asturix4 permite que o utilizador descarte a necessidade de abrir o LibreOffice para pré-visualizar um documento, Hit Space ou qualquer Arquivo. Além dessas facilidades,  o programa é integrado as redes sociais e microblogs.

Asturix é uma distribuição Linux orientado a desktop, baseada no Ubuntu. Algumas de suas características incluem facilidade de usar, maior integração com o design das redes sociais e micro-blogging, integração dos mais populares aplicativos baseados na web, e capacidade de download de música e jogos interessantes.

Fonte: Site Administradores 

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Usabilidade nas lojas virtuais

 

A construção de uma loja virtual deve considerar as necessidades de acesso de usuários leigos, habituados a comprar e buscadores de conforto, comodidade e preços competitivos. Deve-se ter a consciência de que todos esses perfis apresentados podem abandonar uma compra se não se sentirem realmente atraídos pelo serviço ou produto oferecido. O cliente precisa encontrar e comprar o produto desejado com rapidez para atingir seu objetivo.

Para atingir essa rapidez existem ferramentas que filtram marcas, categorias, entre outras opções, e facilitam a visualização dos problemas na loja virtual. Desta forma, o lugar onde esse filtro é colocado é extremamente importante para que ele traga os benefícios propostos na sua elaboração e deve ficar no topo da página facilitando a sua visualização.

Essa ferramenta é um tipo de pesquisa que pode ser incrementada com o novo recurso de busca avançada. Ele completa automaticamente os termos pesquisados, como um meio de oferecer mais rapidez ao cliente e respeitar o princípio fundamental da Usabilidade, que é dar ao cliente a melhor experiência, em menos tempo e cliques possíveis. Existe ainda a busca semântica, um sistema inteligente que assimila a escrita à intenção da pesquisa. Se o cliente não souber escrever corretamente o nome do produto, a ferramenta entende a palavra digitada e oferece o resultado.

 

O tempo de carregamento também é outro aspecto importante no desenvolvimento da loja. Alguns segundos a mais podem representar vários Reais perdidos no final do mês. A favor deste conceito está a nova linguagem de desenvolvimento, o HTML 5.

Segundo o responsável pelo setor de criação e gerente de marketing da JET e-Commerce, Marcelo F. Silva, o novo HTML traz várias vantagens para a usabilidade e facilidade de navegação. Com ele, não é mais necessário instalar plug-ins para visualizar vídeos, animações ou para escutar músicas, o que torna o site mais leve.

 

O layout é um parceiro da usabilidade. "No desenvolvimento da loja, é preciso ficar atento a esses cuidados. O design precisa contemplar a usabilidade no momento da criação e nem todos os profissionais estão completamente informados quanto ao conceito e sobre como trabalhar com ele", afirma Silva. Ele complementa: a usabilidade é a diferença entre ter uma loja e ter uma loja que vende.

 

Fonte: site Adminstradores

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Itens básicos para melhorar o acesso nas lojas virtuais

Para ter sucesso no e-commerce é importante que os usuários interessados no seu produto, tenham facilidade de encontrar a sua loja, através da otimização de SEO. É importante também que exista a preocupação de facilitar a acessibilidade e a usabilidade da loja, fazendo com que ele seja melhor acessando por um web crawler  e indexado pelas ferramentas de busca.

Para solucionar alguns problemas de acessibilidade e Usabilidade abaixo se encontram algumas informações valiosas:

Acessibilidade

Declaração de Doctype

A declaração do doctype especifica qual versão de HTML é utilizada no seu site. Isso vai ajudar o navegador a montar o site, sabendo qual é a melhor maneira para interpretar a informação que chegou até ele. Todas as páginas devem especificar o doctype e a codificação de idioma.

Padronização das páginas

Utilize CSS para especificar todos os padrões de fonte, cor, tamanhos e alinhamento do texto no seu site. Diferentes navegadores utilizam padrões diferentes para essas configurações, então é importante manter o controle sobre isso para que o design do seu site não fique completamente diferente de como ele foi feito.

Listas com marcadores

Sempre faça listas utilizando marcadores corretos (UL, OL ou DL) e (LI, DT ou DD). Embora seja possível criar listas com outras formas de código e até mesmo com asteriscos, utilizar esse padrão garante que usuários não percam a formatação mesmo utilizando diferentes plataformas.

Navegação sem CSS

Alguns navegadores, principalmente os mais compactos utilizados em aparelhos celulares e que priorizam pouca transmissão de dados, podem não suportar CSS. Então faça testes para garantir que a informação do seu site seja acessada quando o CSS não estiver habilitado.

Usabilidade

Otimização de conteúdo

Seu conteúdo precisa ter um propósito, um começo, um meio e um fim. Cada página deve mostrar sua importância e seus benefícios.

 

Eliminação de distrações

Elimine pop-ups ou qualquer outra coisa que distraia o usuário do propósito do seu site. Isso também deve reduzir o clutter (conteúdo não indexável), limpando o código da fonte do seu site. Remova também links desnecessários que em teoria ajudariam na navegação do usuário, mas que na prática só confundem.

Informação para contato

Deve ficar claro no seu site como entrar em contato com você ou sua empresa. Algumas vezes esse é o principal motivo que levou o usuário a acessar o seu site. Em alguns casos é interessante até mesmo deixar disponível o telefone de contato em todas as páginas.

Links

Não tenha medo de criar links para outros sites. Fornecer conteúdo relevante para seus usuários é um ponto positivo, mas cuidado para linkar somente para páginas necessárias e que não levarão visitantes embora.

Feedback

Permita que seus clientes enviem declarações sobre seus produtos e serviços. Mostre isso em seu site e permita também que os clientes mandem informações anônimas. Alguns podem preferir assim.

Fonte: Site Administradores

 

 

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Novidades no e-commerce

E-commerce é a definição para vendas na internet que agrega diferentes tipos de domínios e produtos. Até então, as redes sociais possuem uma diferente função na internet e funcionam apenas como um meio para as pessoas trocarem informações e se conhecerem. O Facebook está mudando essa concepção, agora está oferecendo a possibilidade de implantação de uma loja virtual e consequentemente aliando-se ao e-commerce.

Sendo um ambiente criado para a interação e troca de informações entre os usuários, o F-commerce, como já é chamado, pode funcionar como um estimulador de compras, incentivando os usuários a se envolverem com empresas e produtos e desta forma podendo indicar o que gostariam de ter a disposição para uma eventual aquisição. 

Outro aspecto importante é a participação do usuário na divulgação de um novo produto, pois ele poderá ser compensado por divulgar marcas em seu Facebook. Essa recompensa pode acontecer através descontos na compra, brindes ou até participação monetária na venda.

Com todas as vantagens de manter uma loja virtual no Facebook, as empresas investidoras ainda poderão aliar esse serviço à prática de avaliação de produtos. Tendo como vantagem a oportunidade de interagir com um expressivo grupo de consumidores potenciais dispostos a dar a sua opinião.

Desta forma, o F-commerce pretende oferecer mais Usabilidade  para as pessoas que adoram novidades para comprar na internet.

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Dicas eficientes para lojas virtuais

Os consumidores brasileiros estão cada vez mais optando pela alternativa de comprar na internet e se encantando pelas facilidades de encontrar produtos variados e preços acessíveis. No final do ano, com as compras de Natal, essa movimentação em compras dobra e consequentemente transforma-se na chance das lojas virtuais aumentarem seu faturamento. Desta forma, para garantir um bom faturamento é importante que o dono de uma loja virtual siga algumas dicas de Usabilidade listadas pelo consultor da TOTVS Consulting, Denis Del Bianco.

1. Estratégia
O ponto inicial de quem pretende vender pela internet é definir sua estratégia de negócio. Isso envolve responder questões que direcionam as estratégias comerciais e de marketing como o que vender, qual o potencial de vendas (análise de mercado, setor, nicho), como vender (canais de vendas, atração de clientes, conversão em vendas, retenção dos clientes) e como receber pelas vendas (cartões, boleto, intermediadores de pagamentos).

Definida a estratégia, a empresa pode estudar alternativas tecnológicas diferentes para a sua loja virtual e desenvolver um Plano de Negócios que norteie os investimentos e os custos de operação com base na expectativa de crescimento do novo negócio.

2. Operação Logística
É um dos itens críticos que garantem a experiência positiva do cliente com a loja virtual. Uma mercadoria entregue corretamente e no prazo passou por diversas etapas até chegar ao seu destino: recebimento no armazém, armazenamento correto, operação de coleta do pedido, empacotamento, expedição da entrega e rastreamento dos pacotes. A padronização destas atividades e a contínua capacitação das pessoas que vão desempenhá-las são críticas para a percepção final do cliente com o negócio. A empresa vai optar se estruturará toda a operação logística própria ou se utilizará operadores logísticos terceirizados para atender as vendas de sua loja.

Como os clientes podem se arrepender da compra e devolver produtos em até sete dias, bem como produtos com defeitos de fabricação ou avariados durante o transporte, cabe à empresa também estruturar como será feita a devolução, processo conhecido como Logística Reversa. Os problemas com as entregas geram a maior parte das reclamações e atendimentos de uma loja virtual.

3. Atendimento
O atendimento ao cliente antes, durante e após a venda também é importante para a experiência do consumidor com o e-commerce. Mais uma vez, a padronização da Central de Atendimento e a capacitação constante das pessoas envolvidas permitem aproximar a experiência do cliente com a estratégia de atendimento definida pela empresa.

4. Fraudes
As fraudes são uma preocupação constante dos empresários de e-commerce. Para evitá-las e diminuir os prejuízos, existem sistemas antifraude que utilizam critérios para classificar o risco de cada venda e aprovar ou reprovar uma operação. Investir nestes sistemas traz maior segurança para a operação da loja. O cuidado no trato de pedidos rejeitados pode ser um diferencial, se num contato direto o fator de risco puder ser equacionado.

5. Tecnologia e sistemas
Estes sistemas apoiam desde o recebimento e armazenamento dos produtos de forma inteligente, o controle de estoque e a disponibilidade de produtos, as avaliações antifraude, o tratamento das informações de pagamento, a emissão de notas fiscais, o acompanhamento das entregas, a resposta aos chamados na Central de Atendimento até as atividades fiscais e contábeis. Sistemas Integrados de Gestão (ERPs) atendem normalmente uma parte importante destas atividades, dependendo de como foi implantado e do nível de complexidade da operação virtual.

O mapa de todos os sistemas necessários e de como eles vão se integrar, bem como uma avaliação do investimento necessário para tal, são informações mandatórias no processo de avaliação de começar uma operação de e-commerce. 

Fonte: Site Adminstradores

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A evolução da tecnologia de informação

O processo histórico de construção da tecnologia de informação teve início no século 18 com a revolução industrial, que objetivava mecanizar a relação do homem com seus meios de produção. Após percorrer um longo caminho, desde os cálculos de estratégias de guerra do ENIAC, em 1946, passando pelos cartões perfurados, pelos rolos magnéticos e chegando aos desktops de hoje, a solicitação de comandos, ainda é mecânica sendo realizada através de um teclado e um mouse.

Apesar do método de solicitação eletrônica por intermédio de um mouse e teclado ainda ser uma tradição, existe um grande número de pessoas que preferem gerenciar seus comandos eletrônicos através do toque. A opção de poder usar um equipamento touch scream ou touch pad possibilita que o usuário tenha a chance de usufruir da tecnologia com mais Usabilidade visto que, ele pode acessar tudo o que precisa com apenas um toque.

A tecnologia Touch foi lançada no ano de 2005 através da primeira geração do Iphone e apesar de ter sido expandida para desktops, controles remotos e criação de tablets, já existe outra tecnologia de utilização de elementos biométricos para o input dos dados que não depende do toque e da visão para comando.  Desta forma, os comandos são realizados através da voz e existem em praticamente todos os telefones lançados de um ano para cá. A diferença está novamente na massificação, ou aplicação da funcionalidade em escala. No SIRI, a voz não é aplicada unicamente como um comando, e sim por meio de uma interpretação de palavras-chave que possam então acionar alguma funcionalidade.

Enquanto as pessoas ainda estão começando a experimentar o comando por voz, está se desenvolvendo um dispositivo que atende aos desejos do pensamento.

Diversos experimentos têm sido feitos em interpretar ondas elétricas cerebrais como indicação de comando, sobretudo no campo da biônica, a fim de aplicar processos análogos à técnica e à indústria (implantes artificiais ou a sistemas industriais).

Se considerarmos que pensamentos nada mais são do que ondas elétricas induzidas de determinada maneira, ao mapear estas ondas seria possível interpretar o que se deseja e, com isto, responder à solicitação. Este campo traz múltiplos desafios para os profissionais do ramo, entre eles a necessidade de concentração contínua do cérebro na execução de uma tarefa de média/-longa duração (como movimentar uma cadeira de rodas por alguns metros), o que bloquearia o cérebro para outras funções cognitivas, necessitando exercitar o cérebro para manter uma atenção dividida.

Quando tratamos de comandos pontuais, relacionados a uma necessidade momentânea como “feche o vidro do carro” ou “ligue para Fulano”, a atenção seletiva é feita de maneira quase instantânea, o que permitira isolar o comando a um dispositivo de pensamentos corriqueiros individuais ou durante a interação com outros seres humanos.

Fonte: site Websinder

 

 

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Informações sobre a elaboração de uma interface

Design de informação, design de interface e design de interação possuem algumas diferentes característica de funções que podem ser facilmente confundidas se não forem evidenciadas suas responsabilidades.  Desta forma, para entender cada função, abaixo seguem informações sobre seus significados.

O design de informação é a área de que organiza os diversos elementos de uma interface, criando um apoio lógico de funcionamento para a interação do usuário, tendo um sentido e sincronismo eficaz. Esta área permite que sejam feitas adequações visuais para toda a informação que será disponibilizada.

O design de interface envolve os projetistas de sites, aplicativos, jogos e outras tecnologias que dependem de uma interação humano computador. Os projetistas são responsáveis por criar interfaces amigáveis e com elementos de interação já projetados pelo design de interação.

O design de interação trabalha com os elementos interativos da interface, utilizando de padrões e técnicas comuns entre os usuários.

Todas as medidas de design informadas aqui são pensadas para desenvolver uma estrutura que proporciona Usabilidade para o público que utilizará aquela interface. Os itens que ajudam a compor essa estrutura são: Espaços da informação, Formato de tela, Design patterns e Utilização das leis da Gestalt.

Através da utilização desses itens, os artefatos para o design de informação não só melhoram a Usabilidade dos elementos dispostos na tela, como também interferem na gestão da marca, melhorando seu posicionamento e identidade, deixando suas interfaces legíveis e bem estruturadas.

Fonte: site Webinsider

 

 

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Banner gráfico no Gmail

Podendo ser definido como um link que contém imagens, animações e elementos textuais, o banner é uma das mais populares formas de propaganda na internet.

Transformando esse meio de divulgação em algo ainda mais eficiente, a Gmail tem como objetivo oportunizar para o User Experience essa ferramenta em um novo serviço. Além dos links patrocinados localizados na parte superior da interface do Gmail, a lateral direita poderá conter um banner gráfico. E de acordo com o gerente de produtos dessa campanha, Alex Gawley, os banners serão estáticos e focados nos interesses do usuário.

A coleta de informações que resultará no direcionamento das propagandas seguirá o padrão já adotado pelo Gmail: palavras-chave contidas nos e-mails, além do histórico e informações dos perfis servirão como base.

Outros produtos como Docs e Calendar, provavelmente irão também passar por mudanças.

Fonte: Sites Exame e Empresas e Finanças.

 

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O novo Windows

Mudanças para a construção do Windows 8 já estão sendo projetadas pela Microsoft. Dentre essas mudanças o grande diferencial será adoção da interface Metro. O novo sistema, que tem interface totalmente diferente da atual, está sendo desenvolvido para que o usuário possa acostumar-se com a sua Usabilidade e esteja preparado para utilizar outros produtos, como o tablete, estimulando os desenvolvedores a criar programas para o novo ambiente, tornando-o mais atrativo.

Os aplicativos serão vendidos numa loja do Windows, integrada ao sistema, num modelo parecido com o da App Store, da Apple, e do Android Market, do Google. Outra promessa da Microsoft é a inicialização rápida. Segundo a companhia, máquinas com a nova versão do sistema operacional vão levar até 10 segundos para ser ligadas. Em testes do INFOlab, feitos no desktop all-in-one Vaio 3D L225FB, da Sony, o Developer Preview de 64 bits deu partida em 30 segundos, contra 46 segundos do Windows 7 Home Premium, também de 64 bits.

Quanto ao reconhecimento dos componentes da máquina, a instalação ocorreu sem nenhum transtorno no desktop all-in-one Dell Vostro 330. No Vaio 3D, porém, a tela sensível ao toque não foi identificada. Também foi preciso ajustar manualmente a resolução correta da tela. Na tarefa de compactar arquivos, o Windows 8 Developer Preview revela-se um verdadeiro relâmpago. Para um arquivo de 1,55 GB, consumiu apenas 1m33s, diante de 26m21s de seu antecessor. Na conversão de um vídeo de 79,4 MB, de WMV para MP4, o resultado também é favorável: Windows 8, 10 segundos. Windows 7, 15 segundos. O programa usado no teste foi o Cyberlink MediaEspresso. Vale ressaltar que esses números são apenas referências de um sistema em construção e poderão ser modificados até o seu lançamento.

Fonte: Revista Exame.

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