A ciência cognitiva é uma forte aliada das estratégias que intencionam atingir os interesses do usuário gerando uma experiência perfeita. E para aplicar esse tipo de estratégia é preciso que o design tenha a capacidade de interpretar e compreender diversos modelos mentais, encontrando o raciocínio logico-intuitivo do usuário alvo.
O raciocínio lógico-intuitivo é desenvolvido no decorrer dos anos de vida e é estimulado quando o usuário potencial se expõe às tentativas, erros ou aprendizados. É desta forma que o indivíduo elabora suas combinações analíticas e tira conclusões através de impressões de forma rápida, eficaz e instintiva. A partir disso são criadas representações mentais que constroem o processo cognitivo.
O propósito de aplicar uma estratégia cognitiva é proporcionar mais Usabilidade prevendo as ações adotadas pelos usuários, utilizando de simplicidade, familiaridade do usuário através de suas outras experiências, do feedback imediato gerado pela percepção instintiva e pela segurança que é fornecida através de amparo em caso de raciocínio.
O processo de interação humana acontece da seguinte forma: os modelos mentais, que se utilizam da cognição para se formarem em seguida, passam pelos filtros da percepção (por onde acontece todo o processo da segundidade da semiótica). E então, o usuário, interpreta e relaciona com a sua realidade de uma forma aplicável completando o ciclo da teoria lógica dos signos.
Fonte: Site WEbinsider
